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Qual é o meu sexo?

Qual é o meu sexo?

Qual é o meu sexo?

Há muitos anos quando eu era estagiária do magistério em turmas de crianças com até 5 anos, ouvi muita história interessante. Dentre elas, uma especial. Nessa faixa etária as crianças começam a trabalhar, de forma mais intensa, a coordenação e consciência corporal, e um pai perguntou para a professora do jardim de infância:“- Quando devo explicar questões de sexualidade para meu filho?”. E a professora respondeu com tranquilidade, que isso deveria acontecer naturalmente, na medida que as perguntas do filho fossem surgindo.

Depois de um tempo, o pai chega muito bravo em sala e gritou muito com a professora e então, contou para nós a sua dor. Relatou que naquela semana o filho tinha perguntado para a mãe o que era sexo, ela meio que constrangida, pediu para que o pai explicasse.

O pai chegando em casa foi indagado, pelo filho, sobre o que era sexo. Ele já informado da missão, sentou com o filho e contou em detalhes tudo o que pode. E quanto mais assustado ficava o filho, mais ele demonstrava e até desenhava para que houvesse a melhor compreensão.

De repente a criança saiu correndo e foi para o quarto chorar muito. A mãe foi até lá, o consolou e depois brincaram bastante. No dia seguinte, a criança foi até o pai com o papel da escola e novamente perguntando o que era sexo. E o pai, pela primeira vez, pediu ao filho que se explicasse melhor. Foi então que a criança disse que iam fazer um passeio no Zoológico e a professora pediu que eles marcassem no papel o sexo de cada aluno se era masculino ou feminino.

Hoje a situação está ainda mais grave, há partidos políticos dizendo para as crianças qual é seu gênero e a identidade sexual que devem ter. Lamentável esse abuso crescente de poder. Não é partido político ou escola quem deve determinar o sexo de seus alunos. Isso é assunto da natureza biológica sob a responsabilidade da família com suporte se desejável da medicina e do juizado. À Escola cabe apenas o papel de acolher, respeitar e se necessário for, indicar suas ponderações quando demandada ou por iniciativa para facilitar a compreensão de familiares, quando isso se fizer necessário.

Repetindo o ditado: cada um no seu quadrado.

karim