Liberdade, Igualdade e Fraternidade na política nacional

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Cansados do abuso dos reis, os franceses em 1789, decidiram ficar livres dos impostos injustamente cobrados. Também queriam que a lei fosse igual para todos. Naquela época, os nobres praticamente não pagavam impostos, e também se cometessem crimes, jamais seriam punidos. No máximo haveria um pequeno teatro, tipo o que o Gilmar Mendes faz com sua turma do “prende e solta”. E os pobres precisavam entregar tudo o que recebiam, além de sofrer mutilações, penas perpétuas ou de morte, se assim, os ricos decidissem.

Aqui no Brasil, quase 230 anos depois, ainda temos quem se acha acima da lei. No lugar das coroas, colocam seus penicos e vão se alojando no legislativo, judiciário ou executivo. Tentam se misturar a uma boa safra de servidores públicos que ainda resiste bravamente à onda de corrupção.

Que tem carteira assinada precisa entregar ao governo cinco meses de salário por ano trabalhado. E para uma família com renda de até R$2.000,00 mensais que vai ao supermercado, ela pagará 15 vezes mais impostos sobre sua renda, do que, por exemplo, uma pessoa que recebe mais de R$25.000,00 por mês. Essa lógica de cobrar mais impostos sobre os bens de consumo é  para manter o pobre cada vez mais pobre e o rico cada vez mais rico. Política socialista. Quanto mais pobre for a massa de brasileiros, mais fácil será se contentar com políticos que lhe ofereçam alguma bolsa-esmola.

Quanto à fraternidade difundida lá no século XVIII era para que se preservasse a vida privada contra as invasões do Estado.  A intenção era para que se respeitasse o corpo e os bens de cada particular. Por aqui, se tivermos coragem vai ser pela reintegração de posse de nossos direitos constitucionais.

Precisamos ocupar o Legislativo e produzir leis, conforme os interesses de todos os brasileiros. Aplicar o ordenamento jurídico sem leilão de quem paga mais e, ter no executivo a realização de ações, conforme o que for previsto de forma pública e legal. Enfim, parar de confundir o público com o privado.

Assim, peço a cada um de vocês que, juntos ajudemos no esclarecimento de toda a população brasileira. Vamos honrar o direito de votar naqueles que serão nossos representantes. Preste atenção, a turma do mal vai fazer de tudo para que votemos errado ou nulo.

Mas, no dia 07 de outubro temos chance de iniciar a reconstrução de nosso país. Todas as pessoas merecem ter o direito à LIBERDADE de sair da pobreza, ter IGUALDADE de direitos, especialmente na educação, segurança, transporte e saúde e FRATERNIDADE entre todos os cidadãos. Enfim, já somos uma nação e não precisamos de heróis. O que precisamos é de ter direito de escolha sobre o que é melhor para nós.

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