O que os clientes entendem por critérios de excelência

Revista Supere – Outubro de 2005

O QUE OS CLIENTES ENTENDEM POR CRITÉRIOS DE EXCELÊNCIA

Num seminário que reuniu executivos e suas esposas foi interessante observar uma mulher declarando ao seu marido que desejava menos presentes e mais presença. Assim também percebemos no comércio. Uma avalanche de produtos e serviços; mas pouca presença na vida do cliente.

Comerciante não é terapeuta; mas pode muito bem conhecer e atender algumas necessidades e expectativas de seus clientes.

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Comparar com quem e porque?

Comparar com quem e porque?

(Soraya Gervásio, 21/05/2004)

 

É tranqüilo afirmar que profissionais entre 30 e 50 anos de idade já pensaram ou já mudaram sua linha profissional.

Quanto maior é o conhecimento de mercado, especialização na função e a maturidade pessoal maior será o número de pessoas que vão refletir sobre qual é a melhor forma de se realizar profissionalmente.

Na prática de mercado, esta reflexão se inicia pela comparação com o outro: remuneração, status ou número de empregados. O mais sadio, entretanto, é que se inicie através do auto conhecimento, pois um profissional somente tem competência de superar a si mesmo e nunca o outro. Mesmo que o outro tenha a mesma formação, sempre apresentará uma forma diferente de exercer a profissão.

Todos os profissionais bem sucedidos, sem exceção, possuem um alto conhecimento muito grande de si mesmos especialmente com relação a: competências, potencial e limitações.

O bom profissional pesquisa constantemente em que áreas ele possui mais facilidade, prazer e onde é mais reconhecido por suas realizações.

A melhor forma de conhecer a si mesmo, começa na observação de suas emoções ao longo do dia e também na reação das pessoas a cada ação sua apresentada. Finais de semestre também são uma ótima oportunidade de aprendizagem; pois a pessoa tem a possibilidade de comparar suas metas com suas realizações.

Programas de orientação e desenvolvimento profissional também são muito solicitados por que de forma estruturada podem fazer um diagnóstico do perfil profissional de cada pessoa e auxiliá-la na construção do seu Plano Individual de Melhoria Profissional.

Quanto aos processos de seleção nas organizações: são essenciais. Não basta que o candidato seja o melhor qualificado tecnicamente, ele precisa ser o mais adequado no conjunto de práticas profissionais, formação acadêmica e características de personalidade.

Necessidade de mudança

Jornal Estado de Minas – Empregos – 09 de Maio de 2004 – (Gisele Araujo)

Executivos Insatisfeitos no trabalho procuram profissionais em busca de nova orientação.

Necessidade de Mudança (Gisele Araújo)

Dinamismo, iniciativa e garra eram as ca­racterísticas mais marcantes dos profissio­nais do mundo corporativo há cerca de 15 anos. Na segunda metade dos anos 90, com a reestruturação das empresas, a força dos exe­cutivos deixou a posição para se sustentar no diálogo e na expressão da inteligência.

Seguido ao advento da internet. surgiu um tipo profissional marcado pela capacida­de de apostar em investimentos de risco e acompanhar a velocidade da evolução tecno­lógica. Hoje, consultores de RH testemunham o desenvolvimento de um novo perfil execu­tivo, delineado por profissionais interessados em obter mais conhecimento sobre si mes­mos e encontrar um sentido no trabalho.

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Modelo de Currículo e Processo de Seleção

Modelo de Currículo e Processo de Seleção

(Soraya Gervásio, 04/2001)

Existem boas empresas de recolocação profissional na cidade, mas também existe um número bem maior de empresas que valorizam o profissional que se apresenta diretamente, sem intermediários. Pois, uma vez que estiver lá dentro na, maioria das vezes, vai estar totalmente exposto, revelado.

É importante ressaltar que o tempo das empresas é muito curto e por este motivo, apresentar-se de forma estruturada já facilita em muito, as etapas iniciais da seleção.

Selecione primeiro as empresas que são mais interessantes para você. Empresas que lhe dariam grande orgulho em estar trabalhando nelas.

Preparar seu currículo com uma carta de encaminhamento é um ótimo procedimento, especialmente se puder ser entregue pelas mãos de um profissional que já esteja nesta empresa almejada. 

Pode ligar sim para perguntar se o material já foi analisado pelo destinatário e colocar-se à disposição para entrevista.

Na redação da carta de encaminhamento é bom conter: 

Cabeçalho com cidade, data e destinatário (empresa, depto, nome do responsável, assunto).

Primeiro parágrafo: o que você sabe da empresa, as principais qualidades que ela tem para você. Últimas realizações expressas pela mídia.

Segundo parágrafo: quem é você. Uma síntese de seu currículo (de 3 a 4 linhas)

Terceiro parágrafo: o que você tem a oferecer. O esta empresa vai ganhar se contratá-lo.

Assinatura acima de seu nome completo digitado  e, se quiser pode digitar os números dos telefones de contato.

Boa sorte!
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Humor como Diferencial Competitivo

Humor como Diferencial Competitivo

(Soraya Gervásio, 13/4/2004)

 

O humor interfere sim na produtividade, pois indica o equilíbrio das emoções.

Uma pessoa bem humorada consegue rapidamente perceber o lado positivo da vida e dos fatos, sem com isto negar as dificuldades da vida e dos fatos. Tem facilidade para trabalhar em equipe, resolver problemas e ser mais criativa.

Uma pessoa mal humorada distancia-se das pessoas, pois tende a apresentar comentários negativos sobre a vida, seus fatos e pessoas. Sua baixa de autoestima muitas vezes à força a comentários ácidos, próprios do cinismo ou a tomar posições de distanciamento das pessoas ou dos fatos que lhe incomodam. Estas pessoas têm grande dificuldade no trabalho em equipe, resolução de problemas ou demandas sobre forte estresse.

Excessos também são nocivos no ambiente de trabalho. Uma pessoa extremamente bem humorada pode apresentar, muitas vezes, condutas desagradáveis, por exemplo: quando sua empresa perde um contrato muito importante, ou se toma conhecimento de um falecimento, os excessivos bem humorados podem ter uma crise de riso histérico e ficar fazendo piadinhas de tudo e de todos. Assim como o mal humorado pode ser na verdade, um portador de depressão.

Como o humor interfere na saúde das pessoas e na produtividade das equipes de trabalho, seria bom que no exame médico periódico as organizações realizassem  exames para pesquisa hormonal.

O bom humor também é construído. Algumas dicas:

  • Procure ter qualidade de vida e não dar aos problemas um tamanho maior do que eles têm;

  • Jamais faça piadas ou comentários que depreciem animais, lugares ou pessoas, especialmente no quesito idade, cor, sexo, religião, crenças.

  • Fale e gesticule de forma moderada. A boa educação pressupõe discrição pessoal e respeito aos sentimentos e espaço dos outros.

  • Seja consciente no que fala e no como se veste, pois assim pode evitar a mira de comentários desagradáveis e com isto, ter que responder de forma ácida, o que para alguns não significa bom humor e sim falta de educação.

  • Evite a super convivência com pessoas que apresentem excesso de bom ou mau humor, pois a relação tende a ser desgastante.

  • Caso perceba que algum amigo possui grandes oscilações de humor, sugiro que um endocrinologista ou psiquiatra seja consultado;

  • Caso estas oscilações de humor venham de algum colega de trabalho, procure abordar delicadamente o assunto, diretamente com ele. Caso não encontre abertura procure a chefia imediatamente superior a ele na estrutura hierárquica ou algum amigo que ele tenha na organização e sugira uma verificação médica, sempre de forma objetiva e respeitosa.

  • E lembre-se sempre, bom humor é uma forma de ver a vida e não uma obrigação de dar risada até de trombada de carros.

Mercado Aberto para Contratação

Jornal Estado de Minas – Empregos – 28 de dezembro de 2003 – (Vanessa Jacinto)

O início do ano é uma boa época para profissionais
em busca de emprego ou que querem mudar de empresa

Mercado Aberto para Contratação (Vanessa Jacinto)

Prepare um bom currículo, busque informações sobre em­presas onde você desejaria tra­balhar. E não espere até feve­reiro. O início do ano é uma boa época para começar a ca­var uma oportunidade no mer­cado de trabalhe, afinal, as or­ganizações já fizeram seu ba­lanço contábil e administrativo e estão prontas para colocar suas metas em prática e para implementar pontos de melho­ria. Um deles pode ser a sua contratação.

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Setor de serviços precisa de qualificação

O Tempo – Emegê Emprego – 06 de julho de 2003 – (Sandra Carvalho)
Setor de serviços precisa de qualificação

Setor de serviços precisa de qualificação (download do arquivo .pdf)

Imperícia traz prejuízos aos contratantes

Os maus serviços prestados por profissionais que encaram certas ocupações como “bicos” costumam trazer prejuízos a quem os contrata. Esse é o ca­so da desempregada Marli Ma­ria da Silva que precisou mover uma ação, no Procon municipal contra uma cabeleireira.

Segundo Marli, ela pagou pelo serviço sem nunca rece­bê-Io. “Eu fiquei conhecendo uma mulher que se dizia cabe­leireira por intermédio de uma amiga. Ela disse que fazia a­longamento no cabelo e con­tratei os serviços dela”, con­tou. De acordo com Marli, a cabeleireira não tinha salão. “Ela me cobrou R$ 230 e des­cobri que o serviço seria feito na casa dela, sem o menor cui­dado, quando fui levar parte do dinheiro”, afirmou. Segundo Marli, a cabeleireira só faria o serviço se ela pagasse a se­gunda parte do dinheiro, dis­cordando do que havia sido combinado anteriormente.
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Satisfação Profissional – Como aumentar

Satisfação Profissional

Como aumentar

(Soraya Gervásio, 02/2003)

  • Conheça sua vocação.

  • Faça atualização constante de sua competência. Seja distinto para ser complementar

  • Escolha empresas, chefes, clientes, fornecedores e outros parceiros por similaridade de valores morais

  • Escolha parceiros que possam complementar sua competência para construir trabalho de equipe e diga o que valoriza numa relação profissional.

  • Seja disciplinado para cumprir com você, os acordos feitos inclusive: jornada de trabalho.

  • Cuide de seu corpo e de sua vida emocional.

  • Procure manter suas relações sempre no nível da construção, cordialidade e relação de troca

  • Tenha sempre honestidade emocional com você

  • Confira constantemente se você se apresenta como um profissional empregável dentro de sua empresa

  • Tenha a coragem de ser feliz e faça com amor tudo o que precisar ser feito. Do contrário é melhor nem fazer.

    

Porque tantas pessoas trabalham no que não gostam?

Porque tantas pessoas trabalham no que não gostam?

(Soraya Gervásio, 02/2003)

  

Em geral, existem três possibilidades que podem aparecer de forma isolada para algumas pessoas e para outras, aparecer até de forma conjugada. São elas:

  1. Desconhecimento de sua vocação,

  2. Ausência de oportunidade para desenvolver este potencial e

  3. Crença de que trabalho é sofrimento, coisa de “escravo”

 

Em relação ao desconhecimento de sua vocação:

 

Existem testes específicos para investigação e orientação vocacional mas também é possível esboçar sua vocação através da análise de sua conduta. Observe: das tarefas que lhe dão mais prazer em realizá-las, quais são as que as pessoas mais admiram?

É importante identificar sua vocação para desenvolver este potencial e transformá-lo em habilidade. Uma pessoa que desenvolve boas habilidades profissionais mas que não vão de encontro a sua expressão natural de ação (vocação) será no máximo um bom profissional e nunca chegará a ser um ótimo profissional.

Considerando que a concorrência no mercado é cada vez mais alta, e somente terão as melhores posições os profissionais mais brilhantes, é melhor conhecer rápido sua vocação, ou seja, a pedra preciosa que lapidada com educação e treinamento se transforma em material de grande valor, inclusive financeiro.

  

Em relação a ausência de oportunidade para desenvolver este potencial

Uma vez identificada sua vocação, existem muitas formas de desenvolvimento deste potencial. A começar pela convivência com profissionais que já atuam na área: observando, conversando, fazendo estágio. No universo do ensino há uma gama imensa de possibilidades de cursos particulares e públicos (vide senai, senac, sesi e sesc por exemplo).

 

Em relação à crença de que trabalho é sofrimento, coisa de “escravo”

Este é o ponto mais difícil, pois a pessoa corre o risco de ser feliz. Como o trabalho é mais uma oportunidade de realização que o ser humano possui para ser feliz e se realizar, muitas pessoas relutam em pesquisar suas melhores áreas de atuação e de se desenvolver,  por que consideram que prazer e profissão não se conjugam.

A marca da exploração de índios e negros em nossa história também impregnou em nossa cultura que trabalho é labuta de escravo.

E às vezes no plano atual, se uma pessoa está inserida num relacionamento amoroso onde o outro é infeliz no trabalho ele não se acha no “direito” de se realizar, pois isto poderia “abalar a saúde do relacionamento”.

Marketing em Serviços para Solteiros

Marketing em Serviços para Solteiros

(Soraya Gervásio 02/2003)

  

Existem basicamente dois tipos de produto. Os tangíveis e os intangíveis. Os tangíveis são aqueles que podemos tocar: um liquidificador, uma casa, um carro, uma cadeira. Os intangíveis são produtos que fisicamente não podemos tocar: a argumentação de vendas de um vendedor; a segurança de um médico, a qualidade de uma sessão terapêutica, a aula de um professor.

Quando um cliente adquire um produto, seja ele tangível ou não sempre irá existir a prestação de serviços. A capacidade de convencimento para estimular a compra, até o acompanhamento da satisfação do cliente na utilização do produto adquirido, envolve uma comunicação direta e personalizada com cada cliente. Pois na verdade ninguém compra produto e sim, os benefícios daquela aquisição.

Por isto que em serviços não se vende trabalho e sim presta-se serviços: identificação das reais necessidades, confirmação se o produto (tangível ou intangível) é realmente o mais adequado na percepção do cliente e o monitoramento da satisfação para fidelização do cliente.

Basicamente o marketing em serviços se dá pela conquista da confiança e mediante propaganda boca a boca, uma a um; pois na verdade o que se compra é segurança.

E atualmente um novo nicho de clientes vem confirmando seu poder de compra. São os “solteiros”, pessoas que moram sozinhas e que pelo último senso do IBGE, representam mais de 4 milhões de brasileiros. Para este nicho de mercado o setor de serviços tem condição de aplicar em totalidade suas estratégias de marketing. Este filão comercial é representado por pessoas que possuem indepedência finanaceira em geral adquirida por uma postura de vida consciente de seus interesses mais pessoais. Em nada tem haver com aquele estereótipo de casa desarrumada e geladeira vazia. São pessoas que valorizam a qualidade de vida. Muitos preferem entrega em domicílio, professores particulares e assessoria individualizada especialmente nas áreas de estética, vestuário, higiene e beleza.

Para os prestadores de serviços que já aprenderem a praticar um relacionamento personalizado (não pessoal) com seus clientes, vai ser tranqüilo atender esta nova demanda de mercado. Gente exigente, com dinheiro e que realmente se interessa por serviços personalizados e de qualidade.